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ARTIGOS ORIGINAIS

Síndrome de burnout em professores do ensino fundamental e médio no sul do Brasil

Burnout syndrome in primary and secondary school teachers in southern Brazil

Beatriz Maria dos Santos Santiago Ribeiro1,2; Júlia Trevisan Martins1; Rita de Cassia de Marchi Barcellos Dalri2

DOI: 10.47626/1679-4435-2020-519

RESUMO

INTRODUÇÃO: A síndrome de burnout é considerada um esgotamento profissional e os professores têm alta probabilidade de a desenvolverem.
OBJETIVOS: Comparar a síndrome de burnout com fatores ocupacionais em professores brasileiros do ensino fundamental e médio.
MÉTODOS: Trata-se de um estudo de abordagem quantitativa realizado com 200 professores, aos quais foram aplicados dois instrumentos, sendo o primeiro para caracterização sócio ocupacional e o segundo o Maslach Burnout Inventory para avaliar a síndrome de burnout. Utilizou-se a estatística descritiva e o teste U de Mann-Whitney para comparação de médias.
RESULTADOS: Demonstrou-se que houve diferença significativa entre as médias obtidas referente ao tempo de admissão na instituição, experiência na área da educação, tipo e quantidade de vínculo profissional estatutário e carga horária de trabalho e a síndrome de burnout. Não houve diferença significativa entre os escores obtidos em função do turno de trabalho, em relação ao sentimento de reconhecimento pelo trabalho e pelo nível de ensino que o professor lecionava.
CONCLUSÕES: Neste estudo, se identificou, na comparação realizada entre os indicativos da síndrome de burnout e os fatores laborais, que as variáveis tempo de admissão na instituição e experiência na área da educação, tipo de contrato, carga horária e vínculo de trabalho com outra instituição apresentaram significância estatística, demonstrando, assim, que os professores podem desenvolver a síndrome de burnout. Diante do apresentado, se evidencia a necessidade de planejar e implementar ações que visem prevenir essa síndrome e, por sua vez, maximizar a qualidade de vida no trabalho de todos os envolvidos.

Palavras-chave: docente; esgotamento profissional; trabalho.

ABSTRACT

INTRODUCTION: Burnout syndrome is a form of professional exhaustion to which teachers are particularly vulnerable.
OBJECTIVES: To investigate the association between burnout syndrome and occupational factors in primary and secondary school teachers in Brazil.
METHODS: A quantitative study of 200 teachers was conducted using a demographic and occupational questionnaire as well as the Maslach Burnout Inventory to investigate burnout syndrome. Data were analyzed using descriptive statistics and Mann-Whitney U tests.
RESULTS: Significant differences were observed in the burnout scores of teachers with different lengths of service in their current schools, as well as those with different lengths of teaching experience. Burnout syndrome scores also varied significantly between teachers with different types of work contracts and weekly workloads. No associations were observed between burnout scores and type of work shift, perceived professional recognition or teaching level.
CONCLUSIONS: The present study identified significant associations between indicators of burnout syndrome and occupational factors such as length of employment in a given institution, length of teaching experience, type of work contract, hours worked and working at multiple institutions. These results underscore the vulnerability of teachers to burnout syndrome. Our findings also highlight the need to plan and implement initiatives to prevent burnout and maximize quality of life at work, with a special focus on the mental health of teachers.

Keywords: teacher; professional exhaustion; work.

INTRODUÇÃO

O termo burnout tem origem na língua inglesa, com significado de “queimar-se ou consumir-se”, e representa a ideia de exaustão ou extenuação. É um termo relacionado especificamente ao ambiente laboral e é sinônimo de estresse laboral1; caracteriza-se por esgotamento físico e mental, irritabilidade, perda do interesse pelo trabalho e sentimento de autodesvalorização2.

A síndrome de burnout (SB) é considerada um fenômeno pela psicologia clínica, que visa identificar aspectos individuais que envolvem os distúrbios psicológicos ocorridos em trabalhadores. Essa síndrome pode ser vista também sob a perspectiva social, quando se entende que os agentes estressores podem ser provenientes do ambiente do trabalho3.

A SB é complexa e de difícil mensuração para a obtenção de amplitude real, visto a subnotificação e a sobreposição de sinais e sintomas. Assim, é possível que ocorram diagnósticos falso-positivos para depressão e/ou transtornos de ansiedade e falso-negativos para a síndrome, o que pode ser prejudicial para as pessoas, havendo possibilidade de tratamento e análise estatística previdenciária1 equivocados.

Os trabalhadores de todas as áreas estão sujeitos a serem acometidos pela SB, porém os professores estão entre as profissões com maior prevalência para a síndrome, visto que vivenciam cotidianamente situações estressoras, como cobranças por produtividade, altas cargas de trabalho, turmas com alunos em excesso, atividades que precisam ser concluídas em suas residências, carência de convívio social e lazer, pouco reconhecimento profissional, baixos salários e precárias condições de trabalho que favorecem a sobrecarga, o adoecimento e os agravos à saúde. Esses fatores são definitivos para que os educadores tenham maiores probabilidades de desenvolver a SB4.

No contexto escolar, um número significativo de professores tem se afastado das salas de aula por estresse, depressão, cansaço, esgotamento físico e emocional e síndrome do pânico. Esses agravos são decorrentes de situações enfrentadas pelos professores em seu cotidiano laboral, tais como o contato direto com as emoções e dificuldades dos alunos, salas de aulas superlotadas, indisciplina dos alunos, baixos salários, extensas jornadas de trabalho, ameaças por parte dos familiares e alunos e a burocracia que dificulta o desenvolvimento das atividades a serem feitas5.

Ressalta-se que a SB pode interferir no processo de educação e gerar problemas a nível nacional, o que justifica a realização do presente estudo em um município de médio porte. Também se pode ressaltar que municípios desse porte ainda são poucos estudados, levando em consideração que, em localidades menores, as condições de trabalho são diferentes das encontradas nas grandes cidades.

Diante do exposto anteriormente e perante a esse cenário brasileiro, acredita-se que estudar a SB em professores é de suma importância, visto que este estudo contribuirá para que esses profissionais, juntamente com os gestores, realizem e implementem ações que propiciem um ambiente laboral saudável, colaborando, assim, para o controle e enfrentamento de doenças e agravos. O objetivo deste estudo foi comparar a síndrome de burnout com fatores ocupacionais em professores brasileiros do ensino fundamental e médio.

 

MÉTODO

Trata-se de um estudo de abordagem quantitativa, desenvolvido entre outubro de 2018 e março de 2019 em escolas estaduais de uma cidade do interior do estado do Paraná, Brasil. A população do estudo foi composta por 393 professores; após o cálculo do tamanho amostral realizado por meio de população finita, levando-se em consideração o desfecho de 95% de intervalo de confiança, chegou-se a uma amostra ideal de 192 professores. A amostra final do estudo foi de 200 professores.

Foram adotados como critérios de inclusão serem professores do ensino fundamental e médio da rede estadual de ensino, atuantes em todos os turnos e com pelo menos 6 meses de experiência na docência. Os critérios de exclusão foram estar em período de férias ou de licença durante o período de coleta de dados e trabalhar em outras modalidades de ensino, como na educação especial e educação profissional não articuladas ao ensino médio.

A coleta de dados foi realizada por meio de um formulário eletrônico que foi disposto na plataforma virtual Google Forms e ficou disponível para preenchimento durante o período de 5 meses. Para a coleta, seguiu-se as seguintes etapas: 1) recrutamento por meio presencial e telefônico; 2) envio do formulário eletrônico; 3) mensuração da quantidade de participações; 4) realização de novos contatos e 5) obtenção do número da amostra final.

Para a coleta dos dados, utilizou-se um questionário com características sociodemográficas e ocupacionais e a escala de Maslach Burnout Inventory (MBI) para avaliar a síndrome de burnout, do tipo Likert e que contém 22 questões, sendo que nove avaliam o desgaste emocional (exaustão), cinco avaliam a despersonalização e oito, a realização profissional. Enfatiza-se que foi consentida autorização para a utilização e efetuada a compra da licença por meio da editora Mind Garden.

As dimensões da SB consideradas desfechos foram: exaustão emocional (EE), despersonalização (D) e realização profissional (RP), apresentadas por meio da média3. A exaustão emocional é considerada elevada quando há valores ≥27 pontos, valores entre 19 e 26 pontos representam níveis médios de burnout e valores ≤18 pontos referem-se a níveis de burnout baixos. No que diz respeito à despersonalização, valores ≥10 pontos indicam níveis altos de burnout, valores entre seis e nove pontos desvelam para níveis médios de burnout e valores ≤5 pontos apontam níveis baixos de burnout. No que concerne à realização profissional, a sua leitura é contrária às anteriores, ou seja, valores ≥40 pontos indicam níveis baixos de burnout, valores entre 34 e 39 pontos revelam níveis médios de burnout e ≤33 pontos desvelam níveis altos de burnout6,7. Para a análise dos dados, foi utilizada a estatística descritiva e foi aplicado teste U de Mann-Whitney com a finalidade de comparar as médias entre as subcategorias.

Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Londrina (UEL) com CAAE nº 87890218.4.0000.5231 e todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Adquiriu-se as licenças para uso do MBI-HSS da empresa Mind Garden, a qual administra os direitos autorais do instrumento.

 

RESULTADOS

Dos 200 professores pesquisados, 77,5% eram do sexo feminino e 22,5%, do masculino; 10,5% tinham idade entre 18 e 30 anos, 33,5%, entre 31 e 40 anos, 29,0%, entre 41 a 50 anos, 24,5%, entre 51 a 60 anos e 2,5% tinham mais de 60 anos. No que concerne à cor da pele, 76% eram de cor branca, 2,5%, de cor negra, 15,0%, pardos, 2,0%, declarados de cor mulato e 4,5%, amarelos. Em relação aos números de filhos, 35,5% não possuíam filhos, 18,5%, apenas um filho, 31,5%, dois, 13,0% dos entrevistados tinham três filhos e 1,5%, quatro ou mais filhos. No que diz respeito à situação conjugal, 60,5% eram casados ou possuíam companheiro e 39,5% eram solteiros, separados, viúvos ou sem companheiros.

Referente ao tempo de admissão na instituição, 26,5% possuíam menos de 5 anos, 24,0%, de 6 a 10 anos e 49,5%, acima de 11 anos. A maioria possuía mais de 11 anos de experiência, ou seja, 74% dos pesquisados. Quanto ao vínculo de trabalho, 11,5% tinham vínculo indeterminado, 17,5%, vínculo determinado, 8,5%, vínculo celetista e 62,5%, vínculo de caráter estatutário; 59,0% trabalhavam em tempo integral, 37,5%, em tempo parcial e, em outro regime, apenas 3,5% (Tabela 1).

 

 

Ainda, 44,0% dos participantes atuavam também em outra instituição e 56,0%, apenas na instituição pesquisada. Trabalhavam no turno da manhã 44,5%, no período vespertino, 31,0% e no noturno, 24,5% dos professores. Em relação ao reconhecimento pelo trabalho que realizavam, 62,5% sentiam-se reconhecidos e 37,5%, não; 17,5% atuam no ensino fundamental, 14,0%, no ensino médio e 68,5% dos professores trabalham em ambos os níveis.

Os resultados mostraram que houve diferença significativa entre as médias obtidas pelos professores com mais de 11 anos de admissão na instituição, bem como em função do tempo de experiência na área da educação; os professores com 6 até 10 anos de experiência apresentaram maiores indicativos para a síndrome de burnout, comparadas as dimensões do burnout. Profissionais que possuem vínculo estatutário e que trabalham em tempo parcial (menos que 40 horas semanais) tiveram resultados com significância em relação ao comparativo com o burnout (Tabela 1).

Chama-se atenção ao fato de que o trabalho desenvolvido por menos que 40 horas semanais apresentou significância se comparado ao desenvolvido em tempo integral (40 horas semanais) e com outros cargas horárias respondidas. O vínculo profissional com outra instituição evidenciou maior propensão ao burnout (Tabela 1). Não houve diferença significativa entre o escore obtido pelos professores em função do turno de trabalho, em relação ao sentimento de reconhecimento pelo trabalho e pelo nível de ensino que o professor atuava (Tabela 1).

 

DISCUSSÃO

Em relação à caracterização sociodemográfica dos pesquisados, os resultados apresentados neste estudo estão em concordância com a investigação realizada com professores em Simões, no estado de Piauí, que demonstrou predominância de participantes do sexo feminino (77,6%) e com companheiros (59,2%); a faixa etária entre 20 e 29 anos correspondeu a 6,1% dos pesquisados, a de 30 a 39 anos, a 34,7% e a de entre 40 a 49 anos, a 36,8% e, por fim, os participantes com idade acima de 49 anos foram representados por 22,4%8.

Quanto ao tempo de admissão, este estudo demonstrou significância estatística na faixa de 11 anos ou mais como fator que predispõe o surgimento do burnout. A experiência como professor de 6 a 10 anos também foi significativa. Uma pesquisa realizada na Grécia com 964 educadores do sexo masculino e 2.473 do sexo feminino do ensino fundamental e médio apresentou resultados discordantes, ou seja, demonstrou que, quanto maior a experiência profissional de ensino, maior resistência aos estressores laborais os professores desenvolveram no enfretamento da SB9.

Verificou-se significância estatística entre vínculo de trabalho estatutário e níveis de burnout neste estudo, no Sul do Brasil, diferentemente dos resultados obtidos em um estudo realizado no estado do Paraná, que identificou que professores com contratos de trabalho temporários eram mais sobrecarregados, tinham maior carga horária e vínculos em diversas escolas e tinham menor poder decisivo quando comparados aos professores com vinculo estatutário, com a opção de escolher em quais escolas iriam trabalhar10. Os professores temporários contam com piores condições de trabalho se comparados aos com vínculo profissional estável e, ao ingressar no ambiente de trabalho, podem se decepcionar com a realidade encontrada, o que pode levar à insatisfação laboral e ao sofrimento11.

A carga horária inferior a 40 horas semanais desenvolvidas na escola pesquisada pelos professores apresentou significância estatística quando comparada a SB. Observa-se na literatura resultados divergentes, ou seja, o número elevado de horas de trabalho leva ao esgotamento profissional12,13.

O vínculo profissional com outra instituição também evidenciou maior propensão ao burnout. Com efeito, o excesso de trabalho implica em exaustão emocional criativa ou física, reduzindo a energia do profissional, sua eficiência, saúde e bem-estar12. Corroborando com esta pesquisa, os autores Demeneck e Kurowski13 revelaram que o excesso de ocupações pode levar ao desenvolvimento da SB devido a um processo crônico de estresse e esgotamento mental intenso causado por sobrecarga no ambiente profissional.

Merece ser comentado que, embora não tenha havido significância a carga horária semanal, houve a questão de ter mais de um vínculo empregatício. Não houve comparação significativa entre o escore de burnout obtido pelos professores em função do turno de trabalho. Contudo, uma pesquisa de revisão bibliográfica identificou que o desenvolvimento da síndrome está associado ao trabalho em turnos ou ao trabalho desenvolvido no turno da noite13. A variável referente ao reconhecimento profissional não apresentou resultados significativos, mas vale a pena destacar que o reconhecimento no trabalho é um fator protetivo, pois a sua falta induz a sentimentos como tristeza, apatia, desânimo e exaustão emocional14.

O nível de ensino em que o professor leciona não apresentou significância neste estudo. Não obstante, os profissionais da educação de variados níveis estão susceptíveis a desenvolver a SB3. Cabe destacar que professores do ensino fundamental e médio se configuram entre os profissionais com alto risco para desenvolver a SB, visto que é um cargo que se relaciona diretamente com o ser humano e que, ao longo do tempo, provoca desgaste devido às relações interpessoais conflituosas, à violência e, em especial, à falta de reconhecimento15,16.

Alguns professores, no entanto, possuem resiliência em lidar com os fatores que podem levar a SB. A resiliência é a combinação de diferentes táticas mentais e comportamentais com intuito de controlar, minimizar ou aceitar fatores estressantes e conflitos1, que constitui características constitucionais como temperamento e linhas de personalidades, além de habilidades específicas para a resolução de problemas17. A resiliência é associada à presença de mecanismos autorreguladores próprios, se diferenciando de indivíduo para indivíduo, conforme sua condição de saúde, personalidade e inteligência, capacidade de estabelecer metas, crenças de autoeficácia, regulação emocional e estratégias que utiliza no enfretamento de estresse18.

Este estudo apresenta como limitação a utilização do delineamento transversal, que não possibilita o estabelecimento de relações causais. Assim, sugere-se que sejam desenvolvidos novos estudos, com amostra ampliada, incluindo professores de outras cidades de diferentes regiões do Brasil, bem como o uso de delineamento que seja capaz de verificar a relação de causa e efeito.

 

CONCLUSÕES

Neste estudo, identificou-se, pela comparação realizada entre os indicativos da SB e os fatores laborais, que as variáveis tempo de admissão na instituição e experiência na área da educação, tipo de contrato, carga horária e vínculo de trabalho com outra instituição apresentaram significância estatística, demonstrando, assim, que os professores podem desenvolver a SB. Diante do apresentado, se evidencia a necessidade de planejar e implementar ações que visem prevenir tal síndrome e, por sua vez, maximizar a qualidade de vida no trabalho, focando na saúde mental de todos os envolvidos.

Esta pesquisa contribui para a discussão de implementação de políticas públicas de atenção à saúde dos professores e colabora para a reflexão entre gestores e os próprios professores sobre a importância de se praticar mudanças no ambiente organizacional.

 

AGRADECIMENTOS

À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), pela bolsa de estudo da primeira autora.

 

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Recebido em 27 de Abril de 2020.
Aceito em 29 de Junho de 2020.

Fonte de financiamento: Nenhuma

Conflitos de interesse: Nenhum


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