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ARTIGO ORIGINAL

Avaliação da qualidade de vida dos profissionais de enfermagem do atendimento pré-hospitalar

Assessment of the quality of life of prehospital care nursing professionals

Francisco Denilson Pontes Araújo1; Odézio Damasceno Brito1; Magda Milleyde de Sousa Lima1; Nelson Miguel Galindo Neto2; Joselany Áfio Caetano3; Lívia Moreira Barros3

DOI: 10.5327/Z1679443520180293

RESUMO

INTRODUÇÃO: A Enfermagem tem participação ativa no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), assumindo, em conjunto com a equipe multiprofissional, a responsabilidade em prestar assistência qualificada às vítimas. Porém, os profissionais que atuam nesse serviço vivem em extrema pressão e são submetidos a uma carga emocional que pode afetar o seu equilíbrio biopsicológico e sua qualidade de vida.
OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida da equipe de Enfermagem do atendimento pré-hospitalar.
MÉTODO: Estudo descritivo e transversal com abordagem quantitativa realizado no período de abril a junho de 2017 no SAMU, localizado na região Noroeste do estado do Ceará, no Brasil. A população-alvo foi representada pelos profissionais da equipe de enfermagem do SAMU, que é composta de oito enfermeiros e 11 técnicos de enfermagem. Para coleta de dados, foi utilizado instrumento contendo duas escalas de avaliação da qualidade de vida, a escala Flanagan e o The World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-bref).
RESULTADOS: Pela escala de Flanagan, os piores domínios estão relacionados ao bem-estar físico e material e as atividades sociais. Pelo WHOQOL-bref, os domínios que apresentaram menores médias de escores foram o físico, o meio ambiente e a autoavaliação da qualidade de vida.
CONCLUSÃO: Foi possível identificar que, na equipe de enfermagem atuante no SAMU, há predomínio de mulheres, casadas e com idade média de 37 anos, as quais possuíam titulação mínima de graduação e carga horária semanal de trabalho de 71,88 horas (±17,50), possibilitando reflexões para a necessidade de implementação de ações que possibilitem uma melhor qualidade de vida para esses profissionais.

Palavras-chave: qualidade de vida; saúde; assistência pré-hospitalar.

ABSTRACT

BACKGROUND: Nursing professionals play an active role in Mobile Urgent Care Services (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência–SAMU). Together with other staff members they are responsible for providing high-quality care to patients. However, they are exposed to extreme pressure and emotional overload, which might impair their biopsychological balance and quality of life.
OBJECTIVE: To investigate the quality of life of prehospital care nursing professionals.
METHOD: Cross-sectional descriptive study with quantitative approach conducted from April through June 2017 at a SAMU in the northwestern area of the state of Ceara, Brazil. The target population was SAMU nursing professionals, namely, 8 nurses and 11 nursing technicians. Data collection was performed by means of an instrument which contained two quality of life assessment scales, the Flanagan scale and World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-bref).
RESULTS: The domains with the poorest scores on the Flanagan scale were physical and material well-being and social activities. On WHOQOL-bref, the domains with the lowest mean scores were physical health, environment and self-assessed quality of life.
CONCLUSION: The SAMU nursing professionals were predominantly female and married, their average age was 37 years old, had attended undergraduate education at least, and worked 71.88 (±17.50) hours per week. The results point to the need to implement actions to improve the quality of life of this population of workers.

Keywords: quality of life; health; prehospital care.

INTRODUÇÃO

Atualmente, os agravos à saúde relacionados aos acidentes, violências ou doenças crônicas agudizadas fora do âmbito hospitalar são considerados um problema de saúde pública no Brasil e no mundo1. Nesse contexto, visando melhorar o atendimento em casos de urgência, o Ministério da Saúde do Brasil criou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) por meio da Portaria nº 1864/GM de 29/09/20032 que deve prestar assistência de qualidade em demandas de urgência, atendendo os eventos traumáticos, clínicos, pediátricos, cirúrgicos, gineco-obstétricas e psiquiátricos. A eficácia do pré-atendimento hospitalar é essencial no sistema de saúde, com a diminuição do risco de morte do paciente no início da cadeia de cuidado antes da admissão no hospital, reduzindo também possíveis complicações3.

O SAMU é constituído por uma equipe multiprofissional composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorrista. De acordo com as Portarias nº 814/ GM de 01/06/01 e 2.048/GM de 05/11/02 do Ministério da Saúde, para atuar no atendimento pré-hospitalar o profissional de saúde deve ter autocontrole emocional e disposição para atuar dentro dos limites necessários1, pois aqueles que atuam nesse campo da saúde vivem em extrema pressão e são submetidos a uma carga emocional nas suas experiências de trabalho que podem afetar o seu equilíbrio biopsicológico e sua qualidade de vida4.

A qualidade de vida é conceituada de forma ampla e abrange a percepção do indivíduo no contexto cultural e de valores, por meio da relação das suas metas, expectativas, padrões e preocupações5. Além disso, ela se inter-relaciona com os aspectos físicos, psicológicos, sociais, intelectuais e econômicos, baseando-se em princípios fundamentais, dos quais se pode destacar: a capacidade funcional, o nível socioeconômico e a satisfação6.

Estudos revelam que a qualidade de vida dos profissionais da área de saúde ocupa o terceiro lugar no ranking das profissões com maior sobrecarga de estresse, estando atrás dos controladores de voos e motoristas de ônibus, que ocupam a segunda colocação, e dos policiais e seguranças privados, que ficam em primeiro lugar7.

Para analisar os níveis de qualidade de vida dos indivíduos é necessário considerar as variáveis de condição, modo e estilo de vida que o cercam8. Nesse sentido, torna-se relevante identificar a qualidade de vida dos profissionais da enfermagem no atendimento pré-hospitalar, visto que os mesmos trabalham em um ambiente de extrema pressão psicológica, com carga de trabalho intensa e dinâmica, além de depararem, diariamente, com situações inovadoras na prestação de socorro à população.

Identificar a existência de comprometimento na qualidade de vida, de acordo com a classe de trabalhadores do SAMU, é pertinente para a implementação de estratégias pelos gestores que atuam na atenção pré-hospitalar (APH) e pelos profissionais de saúde visando preservar o bem-estar e o estado de saúde desses indivíduos, o que implicará na qualidade da assistência prestada.

Assim, com os resultados desse estudo foi possível realizar a avaliação diagnóstica do nível de qualidade de vida dos profissionais da enfermagem e sensibilizar esses indivíduos a adotarem estratégias no cotidiano que possam melhor a qualidade de vida dos profissionais, visando o bem-estar e o melhor desempenho no trabalho com redução das taxas de absenteísmo e insatisfação profissional. Com isso, o estudo teve como objetivo avaliar a qualidade de vida da equipe de Enfermagem do atendimento pré-hospitalar.

 

MÉTODO

Tratou-se de estudo descritivo e transversal com abordagem quantitativa realizado no período de abril a junho de 2017 no SAMU, localizado na região Noroeste do estado do Ceará, no Brasil. O serviço conta, atualmente, com uma equipe de 56 colaboradores, sendo 13 condutores, 11 técnicos de enfermagem, oito enfermeiros, 13 técnicos auxiliar de regulação médica (TARM’s) e 11 médicos.

A população-alvo foi representada pelos profissionais da equipe de enfermagem do SAMU, que é composta de oito enfermeiros e 11 técnicos de enfermagem. O critério de inclusão foi tempo de atuação no serviço de, no mínimo, seis meses. Foram excluídos os profissionais em licença maternidade, atestado médico ou férias, resultando uma amostra de 17 profissionais.

Para coleta de dados, foi utilizado instrumento contendo duas escalas de avaliação da qualidade de vida, sendo uma direcionada para aspectos pessoais e outra para avaliação geral. A escala Flanagan possui 16 perguntas com resposta em escala de Likert de 1 a 7 sobre qualidade de vida a partir das dimensões: bem-estar físico e material, relações com outras pessoas, atividades sociais, desenvolvimento pessoal e recreação8.

A escala do WHOQOL é um instrumento de avaliação da qualidade de vida (QV) composto de 26 questionamentos sobre os fatores: físicos, psicológicos, relações sociais e meio ambiente9. As respostas seguem uma escala de Likert (de 1 a 5, quanto maior a pontuação melhor a qualidade de vida)10.

Os dados foram tabulados no Microsoft Excel 2010 e, posteriormente, realizada a análise estatística no Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 20.0. Os dados relativos às variáveis profissionais e sociodemográficas dos indivíduos foram tratados a partir de estatística descritiva, mediante uso de distribuições de frequências uni e bivariadas e medidas descritivas (médias e desvio padrão).

A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Vale do Acaraú, em junho de 2017, sob Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) núm. 67821217.1.0000.5053, obedecendo à Resolução nº 466/2012/CNS/MS/CONEP, que fundamenta a pesquisa envolvendo seres humanos.

 

RESULTADOS

Dos 17 participantes, 52,9% (nove) eram do sexo feminino, com idade média de 37 (±10,22) anos. Em relação ao estado civil, houve predomínio de indivíduos casados (58,8%) e com filhos (64,7%). Quanto à escolaridade, a maioria possuía pósgraduação (52,9%) ou graduação (29,4%). Verificou-se que muitos profissionais apresentam vínculo empregatício em dois (76,5%) ou três (11,8%) locais, o que impacta na média da carga horária de trabalho semanal, que é de 71,88 (±17,50) horas, e na média da renda salarial de 3338,46 (±1797,47) reais.

As Tabelas 1, 2 e 3 apresentam as médias dos escores relativos à avaliação da qualidade de vida.

 

 

 

 

 

 

Pela escala de Flanagan, na Tabela 1, os piores domínios estão relacionados ao bem-estar físico e material (10,35 ±1,61) e atividades sociais (9,59 ±1,27), sendo a média da pontuação total de 82,29 (±12,63).

Pelo WHOQOL-bref, os domínios que apresentaram menores médias de escores foram o físico (10,35 ±1,61), o meio ambiente (13,62±1,82) e a autoavaliação da qualidade de vida (QV) (14,12±3,04) em que a média da pontuação total da escala foi de (14,65±1,59) escores (Tabela 2).

Na Tabela 3, é possível observar que as facetas que tiveram as médias mais baixas foram dor e desconforto (32,35), sono e repouso (44,12), suporte e apoio pessoal (63,24), recursos financeiros (54,41), cuidados de saúde (57,35), recreação e lazer (39,71) e ambiente físico (52,94).

 

DISCUSSÃO

Este estudo evidenciou uma população de enfermeiros predominantemente do sexo feminino, o que coincide com o perfil da Enfermagem no Brasil. O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) afirma que cerca de 87,2% da equipe de enfermagem são mulheres11. Ao avaliar o estado civil foi declarado majoritariamente a situação conjugal como casado, resultado semelhante a estudo realizado com profissionais de enfermagem do SAMU de Teresina (PI) que evidenciou predominância no número de profissionais em matrimônio12.

Com relação à escolaridade, foi observado que o nível de graduação foi prevalente e a maioria dos participantes possuíam dois empregos. A presença de mais de um vínculo empregatício

pode favorecer o desgaste físico e mental, principalmente entre profissionais que atuam em setores críticos13. Esses dados diferem de estudo descritivo, de abordagem quantitativa, intra-hospitalar, realizado em Alagoas, que evidenciou o nível técnico como majoritário na instituição (51,1%) e identificou que a maioria dos profissionais (51%) possuía somente um emprego14.

O estudo evidenciou que os participantes obtiveram como menor domínio as atividades sociais, resultado semelhante encontrado em estudo realizado em Palmas (TO), com auxiliares e técnicos de Enfermagem acerca da qualidade de vida da equipe, que mostrou que o domínio relacionado às relações sociais teve o pior escore comparado aos outros da pesquisa15. Contudo, um estudo exploratório e descritivo identificou que a satisfação dos profissionais, no que diz respeito às relações sociais em seu meio externo, estava adequada16. Com isso, observouse que a extensa jornada de trabalho promove ao profissional e sua equipe altos níveis de estresse e desgastes emocionais que influenciam diretamente nas suas relações interpessoais, trazendo impactos negativos a sua qualidade de vida15.

Com relação à avaliação da qualidade de vida pelo WHOQOL-bref, evidenciou-se menor média de escores nos domínios físico e meio-ambiente. Em um estudo exploratório realizado com os profissionais do SAMU no município de Sobral (CE), como achado, obteve-se que os piores domínios estavam associados à qualidade de vida global, em que quase metade dos participantes se mostrou não-satisfeita com sua qualidade de vida e com relação ao meio-ambiente, em que se atingiu resposta mais ou menos no estudo e os participantes expuseram os riscos aos quais estão submetidos nas ocorrências do serviço16.

Com base nesse resultado, visualiza-se a repercussão das demandas físicas à saúde dos enfermeiros quanto às peculiaridades que envolvem o atendimento a pacientes críticos e potencialmente críticos, incluindo as exigências de mobilização de pacientes e equipamentos, o transporte e as manobras inerentes ao atendimento de pacientes instáveis17. Dessa forma, o desenvolvimento de atividades que exijam força corporal, resistência, movimento, coordenação e flexibilidade acabam interferindo no estado de saúde do profissional, reduzindo a sua produtividade.

Foi possível observar que a faceta dor e desconforto apresentou média baixa de 32,35 (±26,16), evidenciando correlação negativa com a qualidade de vida dos profissionais, visto que esses sintomas influenciam diretamente no trabalho, causando incapacidade temporária ou permanente no desempenho de suas atividades18.

A faceta relacionada ao sono e repouso apresentou média baixa entre os profissionais do SAMU, tornando-se um fator preocupante, pois o padrão de sono prejudicado gera irritabilidade, impaciência, indisponibilidade e falta de ânimo, influenciando diretamente na qualidade de vida, estando associada a transtornos como estresse, ansiedade e depressão19.

As facetas relacionadas à recreação e lazer (39,71) (±17,80) e suporte e apoio pessoal (63,24) (±23,58) também apresentam médias baixas. O trabalho em regime de plantão de 12 horas afeta as atividades cotidianas dos profissionais da enfermagem, principalmente daqueles que trabalham no período noturno. Em muitas ocasiões, como confraternizações de amigos e familiares, esses profissionais estão ausentes, o que afeta nas atividades de lazer e no fortalecimento dos vínculos para suporte social, gerando impacto na qualidade de vida e na saúde mental20, tendo em vista que as relações sociais dão apoio no enfrentamento das dificuldades diárias enfrentadas, seja no âmbito do trabalho, seja na vida pessoal.

A remuneração é um dos fatores que interfere diretamente na satisfação profissional e na qualidade de vida pois, se o profissional é bem remunerado, ele exerce suas funções com maior motivação e não necessita buscar outras fontes de renda. Nesse estudo, a média da faceta sobre recursos financeiros foi de 54,41 (±25,36), o que coincide com um estudo realizado em Londrina (PR) no ano de 2017, quando os profissionais de enfermagem relataram que a baixa remuneração interfere na qualidade de vida à medida que é insuficiente para a manutenção das necessidades básicas de vida21.

Outro fator que interfere diretamente na qualidade de vida dos profissionais é o cuidado em saúde, visto que a ausência desse quesito proporciona o surgimento de doenças graves, causando esgotamento físico e mental, interferindo na assistência prestada aos pacientes. Nesse estudo, a média obtida neste quesito foi de 57,35 (±22,98). Um estudo realizado em 2014 em João Pessoa (PB), em 2014, evidenciou uma média de 25, ficando entre os três quesitos mais afetados na pesquisa22.

A saúde e qualidade de vidas dos indivíduos não estão relacionadas apenas a causas biológicas, mas também a fatores sociais, relacionadas ao ambiente em que eles vivem23. Nesse sentido, outro achado preocupante está relacionado ao ambiente físico dos profissionais do SAMU, apresentando resultado de 52,94 (±12,12).

 

CONCLUSÃO

Foi possível identificar que, na equipe de Enfermagem atuante no SAMU em estudo, há predomínio de mulheres, casadas e com idade média de 37 anos, que possuíam titulação mínima de graduação e carga horária semanal de trabalho de 71,88 horas (±17,50), concluindo que apresentam uma baixa qualidade de vida associada ao domínio físico e ao ambiente de trabalho. Nessa perspectiva, considera-se que as mulheres são as mais afetadas por apresentarem dupla jornada de trabalho com as atividades domésticas e as atividades remuneradas com carga horária excessiva, além do previsto pelo COFEN.

Dessa forma, é importante que os gestores de saúde e os órgãos representativos da classe da enfermagem busquem avaliar constantemente o impacto da qualidade de vida e estresse na satisfação desses profissionais, buscando a elaboração de medidas que viabilizem a resolução desses problemas.

Destaca-se, como limitação, o estudo ter sido realizado apenas com a equipe de enfermagem, o que possibilitou uma pequena amostra, ao fato de ter sido realizado em apenas um serviço de atendimento pré-hospitalar, o que inviabiliza a generalização das informações providas pelas escalas utilizadas. Sugere-se, então, que novos estudos busquem avaliar a satisfação da equipe de Enfermagem atuante no atendimento pré-hospitalar em todos os estados do Brasil, possibilitando um panorama da real situação de baixa qualidade de vida entre os profissionais que atuam nesse local de trabalho em cada região do Brasil.

 

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Recebido em 15 de Julho de 2018.
Aceito em 17 de Setembro de 2018.

Fonte de financiamento: nenhuma


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