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Acesso aberto Revisado por Pares
ARTIGO DE REVISÃO

Uma revisão narrativa associando a vulnerabilidade à saúde e os fatores ambientais de trabalhadores rurais

A narrative review associating health vulnerability and environmental factors among rural workers

Sonimar de Souza; Morgana Pappen; Suzane Beatriz Frantz Krug; Jane Dagmar Pollo Renner; Cézane Priscila Reuter; Hildegard Hedwig Pohl

DOI: 10.5327/Z1679443520180250

RESUMO

INTRODUÇÃO: O Brasil rural é conhecido historicamente pelas condições de trabalho e de vida precárias; em algumas regiões, essa população torna-se vulnerável às condições de saúde e trabalho.
OBJETIVO: Descrever a associação entre a vulnerabilidade à saúde e os fatores ambientais em trabalhadores rurais.
MÉTODO: Estudo de caráter descritivo caracterizado como revisão narrativa de literatura, no período de 2012 a 2017. Foram utilizadas as bases de dados Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências de Saúde (LILACS) e os Descritores em Ciências da Saúde (DECs) "saúde", "vulnerabilidade", "população rural" e "saúde do trabalhador rural".
RESULTADOS: A pesquisa resultou em seis artigos que evidenciaram, principalmente, a vulnerabilidade à saúde relacionada com a utilização inadequada dos equipamentos de proteção individual específicos ao trabalho, ou a sua não utilização; além de apontar ações essenciais para a saúde, como manter uma alimentação adequada, ter momentos de lazer, praticar atividade física, ter condições dignas de trabalho e contato com grupos sociais.
CONCLUSÃO: Conclui-se que os fatores ambientais no trabalho rural estão diretamente interligados com a vulnerabilidade à saúde, em que práticas de prevenção na exposição ao risco de doenças e de promoção à saúde são essenciais para minimizar os agravos à saúde, principalmente quanto à exposição de agrotóxicos em trabalhadores rurais.

Palavras-chave: vulnerabilidade em saúde; população rural; trabalhadores; saúde.

ABSTRACT

BACKGROUND: Rural Brazil is known for its history of poor working and living conditions; in some regions the population becomes vulnerable to health and work problems.
OBJECTIVE: To investigate the association between health vulnerability and environmental factors among rural workers.
METHOD: Descriptive study which consisted in a narrative review of literature published from 2012 to 2017. The literature search was conducted in databases Scientific Electronic Library Online (SciELO) and Latin American and Caribbean Health Sciences Literature (LILACS) using Health Sciences Descriptors (DeCS) "health," "vulnerability," "rural population" and "rural worker health."
RESULTS: Six studies were retrieved which mainly associated health vulnerability to inadequate or no use of specifically required personal protective equipment, in addition to pointing out actions essential for health promotion, such as adequate diet and leisure time, physical activity, dignified working conditions, and social contacts.
CONCLUSION: Rural work environmental factors are directly related with health vulnerability. Prevention of exposure to risk of disease and health promotion actions are essential to minimize health problems, especially the ones associated with exposure to agrochemicals.

Keywords: health vulnerability; rural population; workers; health.

INTRODUÇÃO

O contexto histórico do Brasil rural é conhecido pelas condições de trabalho e de vida precárias. Em algumas regiões, a modernidade e a tecnologia ficam distantes da realidade do trabalhador rural, o que pode torná-lo vulnerável ao processo de trabalho. O processo saúde-doença dos trabalhadores rurais está condicionado direta ou indiretamente às condições de trabalho, ao estilo de vida, à alimentação e ao caráter das relações sociais1.

Nos últimos anos, o Brasil tem sido um grande consumidor de agrotóxicos, o que agrava ainda mais a saúde de trabalhadores rurais que estão diariamente vulneráveis ao aparecimento de doenças. Além disso, o modo de produção na área rural tem forte exposição a fatores e agentes físicos, químicos, biológicos, mecânicos e psicossociais, que são consequências da relação ambiente-instrumento na prática efetiva do trabalho2. No meio urbano, as empresas são responsáveis pela saúde ocupacional do trabalhador, já o trabalhador rural fica desassistido, pois geralmente administra e trabalha em seu próprio negócio além de desconhecer os limites biológicos de exposição a agentes e fatores de risco à saúde3,4.

O desenvolvimento da produção rural está condicionado ao poder econômico, que tem forte influência sob as questões de saúde, essencialmente no desenvolvimento humano e no bem-estar individual e coletivo perante a vulnerabilidade e os fatores de risco inseridos no meio rural. O estilo de vida e as condições de vida que determinam a qualidade da saúde do trabalhador rural são problemas cada vez mais explorados em estudos5,6. Notou-se também carência de informação sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), os modos de vida e o esclarecimento de dúvidas em relação à saúde nesses trabalhadores7.

Diante do exposto, o presente estudo teve como objetivo descrever a associação entre a vulnerabilidade à saúde e os fatores ambientais em trabalhadores rurais.

 

MÉTODO

O presente estudo é de caráter descritivo, considerado uma revisão narrativa de literatura. As bases de dados utilizadas para a busca de artigos foram a Scientific Electronic Library Online (SciELO) e a Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências de Saúde (LILACS); foram selecionados apenas artigos originais publicados no período de 2012 a 2017. A pesquisa foi mediada pelos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) "saúde", "vulnerabilidade", "população rural" e "saúde do trabalhador rural".

Como critérios de inclusão foram selecionados artigos originais completos, que tratavam de trabalhador rural de ambos os sexos, população adulta, vulnerabilidade e conflitos ambientais relacionados ao trabalho. Foram considerados critérios de exclusão os artigos em língua estrangeira e os que abordavam somente a população rural, não apresentando as questões ambientais que envolvem a atividade do trabalhador rural. A seleção dos artigos para a revisão seguiu recomendações do checklist PRISMA8, que foi realizado por duas avaliadoras independentes que também extraíram os dados e avaliaram a qualidade metodológica seguindo tamanho amostral, mensuração e apresentação dos resultados.

O resultado inicial da busca nas bases de dados resultou em 61 artigos, 35 da LILACS e 26 da SciELO. Para análise e compreensão do conteúdo dos artigos, foram aplicados os critérios de inclusão e exclusão. Em segundo momento foram excluídos 55 artigos que atendiam aos critérios de exclusão. Por fim, foram selecionados seis artigos (Figura 1).

 


Figura 1. Seleção dos estudos, Santa Cruz do Sul, 2018.

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Esta revisão narrativa destaca alguns fatores de vulnerabilidade a que estão expostos os trabalhadores rurais, tanto direta quanto indiretamente em suas rotinas de trabalho6. Os principais achados destacam que o processo saúdedoença dos trabalhadores rurais compreende o adoecimento diante da vulnerabilidade no ambiente de trabalho rural e está diretamente associado a fatores psicossociais9, biológicos10,11 e químicos12-14, conforme o Quadro 1.

 

 

De forma geral, os trabalhadores rurais estão constantemente expostos a agentes causadores de agravos à saúde, por exemplo, equipamentos agrícolas, agrotóxicos e animais peçonhentos15. Autores12 relataram em estudo que o trabalhador rural pode prejudicar a própria saúde por meio de fatores comuns do dia a dia, principalmente quando analisado e observado o território em que está inserido, ou seja, no trabalho ou na moradia. Percebeu-se em uma comunidade rural que fatores como a alimentação, a exposição a agrotóxicos sem o uso adequado de EPIs, a sobrecarga de trabalho e o uso de drogas lícitas e ilícitas estão diretamente ligados à vulnerabilidade socioambiental do trabalhador rural, isto é, uma vez exposto, poderá desenvolver agravos à própria saúde, além de prejudicar o meio ambiente.

Porto e Soares15 complementam que a complexidade intrínseca às problemáticas relacionadas aos agrotóxicos deve ser prontamente reconhecida, valorizando-se o contexto de fragilidade social e de exposição ambiental e humana aos agrotóxicos. São necessárias abordagens que considerem a importância de tais fatores, o que implica a implementação de políticas e ações específicas à saúde e à educação do agricultor. Como exemplo, o discurso preponderante da indispensabilidade do uso de agrotóxicos deve ser superado pela sociedade e pelo governo, incentivando-seo enfoque agroecológico, o qual valoriza aviabilidade econômica, a equidade social e a proteção ambiental.

Nessa perspectiva, Preza e Augusto13 destacam que o trabalhador rural que utiliza agrotóxicos para seus cultivos fica constantemente exposto a esse agente tóxico. Essa exposição se caracteriza como um problema de saúde pública, pois pode desenvolver problemas agudos e crônicos à saúde do trabalhador rural. Percebe-se que essa população possui carência de conhecimento quanto ao risco à exposição de agrotóxicos; verifica-se também que há pouca atividade ligada à prevenção e à promoção da saúde nessa área, o que acaba deixando o trabalhador rural mais vulnerável aos agravos à saúde. A falta de conhecimento por parte dos trabalhadores rurais decorre da baixa escolaridade e da carência de informação da assistência técnica e de serviços de saúde. Segundo Almeida et al.16, ações com diferentes profissionais da saúde são fundamentais para repassar informações sobre a prevenção de agravos à saúde, principalmente sobre a utilização de agrotóxicos pelos fumicultores.

Além do risco da exposição aos agrotóxicos, a saúde do trabalhador rural pode estar vulnerável a fatores relacionados à alimentação, ou seja, má alimentação ou alimentação em local inadequado — no caso da população discutida, alimentar-se no próprio meio de trabalho. Outro fator que impacta a saúde do trabalhador rural são as relações trabalhistas, pois muitos deles não possuem condições dignas de trabalho10. Diante disso, Gregolis et al.17 descrevem que são necessárias melhorias relacionadas às orientações e às instruções sobre a utilização dos EPIs, os agrotóxicos e os direitos dos trabalhadores rurais.

Os autores Rocha e Oliveira14 descreveram que para o cultivo de alimentos são utilizados agrotóxicos em altas quantidades. A justificativa desse uso está relacionada à conservação dos alimentos por mais tempo e à prevenção do ataque de pragas, insetos e ervas daninhas. O manuseio de agrotóxicos para esses fins pode proporcionar riscos à saúde do trabalhador rural e ao meio ambiente, principalmente porque esse trabalhador entende e conhece o perigo que compreende a exposição aos agrotóxicos. Eles entendem o receituário agronômico, analisam as embalagens, assim como reconhecem a necessidade de se utilizar adequadamente os EPIs, como saber o momento certo de colocá-los e retirá-los, todavia não ocorre o cuidado necessário. Assim, Ribeiro18 relata que ações educativas, como orientações e desenvolvimento de atividades sobre assuntos relacionados ao risco à saúde do trabalhador, que representam a exposição do manuseio inadequado dos agrotóxicos, são importantes para a conscientização dos agricultores para o cuidado à saúde no ambiente de trabalho.

No mesmo estudo, Rocha e Oliveira14 destacam o sexo masculino como o mais exposto aos agrotóxicos e, consequentemente, o mais acometido por doenças relacionadas a essa exposição. Esse aspecto corrobora com os dados do Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (SINITOX) que, em 2011, na Região Sul, apontou 649 casos registrados de intoxicação por agrotóxicos de uso agrícola, em que 465 casos foram do sexo masculino e 184 do sexo feminino19.

Evidências de um estudo apontam que há influência entre a escolaridade e a vulnerabilidade do trabalhador — os dados demonstram alto índice de ensino fundamental incompleto14. Abreu e Alonzo20 descrevem que o baixo nível de escolaridade dos fumicultores constitui-se como um dos fatores contribuintes para o aumento do risco de intoxicação por agrotóxicos, visto que a dificuldade de leitura interfere na interpretação das embalagens dos produtos e na conscientização dos riscos ocasionados pela exposição a esses produtos.

Segundo Araújo et al.9, os trabalhadores rurais estão condicionados ao contexto laboral e psicossocial do adoecimento, que remete a casos de transtornos mentais relacionados com outras patologias de origem laboral, por exemplo, decorrentes de intoxicação por agrotóxicos ou por condições adversas do trabalho rural. A principal questão discutida pelos autores foi a "doença dos nervos", remetendo a um sentimento psicológico do trabalhador rural, a uma multiplicidade de formas de experimentar dor ou mal-estar difuso; como também múltiplas patologias, como a depressão ou a angústia, assim como o desejo de autoextermínio. Já no estudo de Siqueira et al.21, realizado com amostra representativa de trabalhadores rurais da região de Pernambuco, constatou-se o relato frequente de depressão, ansiedade, desespero e mau humor; consequentemente, identificaram como déficit as intervenções assistenciais de saúde. Por outro lado, trabalhadores que referiram não aplicar agrotóxicos tinham melhor qualidade de vida em relação aos trabalhadores que aplicavam esse tipo de produto.

Outro fator a que o trabalhador rural pode estar vulnerável em razão da exposição aos fatores ambientais é o desencadeamento de diferentes neoplasias, malformação congênita e fetal, o que, consequentemente, influencia nos óbitos fetais e partos prematuros. Dessa maneira, esses fatores ambientais existentes de vulnerabilidade do trabalhador rural estão diretamente ligados à exposição aos agrotóxicos, podendo prejudicar a saúde, as atividades produtivas, ambientais e sociais11. Já os autores Porto e Soares15 relatam que os trabalhadores rurais expostos aos agrotóxicos podem desenvolver doenças cardiovasculares, respiratórias, neurológicas, gastrointestinais, cutâneas, oculares, oncológicas e psiquiátricas. Essas doenças estão relacionadas à frequente exposição aos agrotóxicos, o que ocasiona acúmulo de substâncias tóxicas no organismo, podendo assim desenvolver problemas de saúde16,17.

É importante ressaltar que a vulnerabilidade à saúde relacionada ao trabalho pode ser diminuída por meio da utilização adequada dos EPIs específicos ao trabalho. Nesse sentido, outros aspectos também são essenciais para promover a saúde de trabalhadores rurais, por exemplo, alimentação adequada e balanceada, momento de lazer, prática de atividade física, condições dignas de trabalho e contato com grupos sociais22.

Além dos trabalhadores rurais, a vulnerabilidade tem sido objeto de estudo em populações específicas da região rural, como idosos23, adolescentes24 e mulheres negras25. Assim como estudos sobre sexualidade26, violência27,28 e atenção primária à saúde na população rural vêm sendo de grande valia para o desenvolvimento social e a promoção de saúde dessa população29.

 

CONCLUSÃO

O trabalhador rural, em suas atividades e condições de trabalho, está constantemente vulnerável a diferentes doenças. A inter-relação trabalho/trabalhador está condicionada aos fatores ambientais que podem desencadear agravos à saúde, porém há possibilidade de prevenção por meio da utilização adequada de EPIs. Além disso, ressaltamos a importância de o trabalhador rural manter uma alimentação correta por meio da diversidade de cultivos de alimentos sem agrotóxicos, adquirir condições de segurança no trabalho, optar por locais de lazer saudáveis, manter a organização no trabalho e as relações na comunidade a fim de minimizar os riscos e os agravos à saúde, principalmente no que se refere à exposição aos agrotóxicos.

Mesmo que já possuam práticas de assistência à saúde na prevenção aos enfrentamentos nas diferentes condições de trabalho, percebe-se que são poucas as intervenções efetivas na diminuição da vulnerabilidade do trabalhador rural. Sugere-se aos órgãos públicos a implantação de programas específicos para o trabalhador rural, na perspectiva de promover a saúde integral.

 

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Recebido em 4 de Abril de 2018.
Aceito em 29 de Novembro de 2018.

Fonte de financiamento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)


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