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ARTIGO ORIGINAL

Sintomas osteomusculares, absenteísmo e fatores associados em citotecnologistas: estudo transversal

Musculoskeletal complaints, absenteeism and associated factors among cytotechnologists: cross-sectional study

Daniela Alves Santana1; Mario Lucio Cordeiro Araujo-Junior1; Fabiano Lacerda Carvalho1; Jessica Motta Bauer1; Laura Campello2; Neimar de Paula Silva1; Alexandre Ribeiro Bello3

DOI: 10.5327/Z1679443520190379

RESUMO

INTRODUÇÃO: Citotecnologistas realizam leitura de lâminas citológicas utilizando o microscópio óptico. Postura estática, velocidade e repetição dos movimentos são fatores que acarretam o aparecimento de sintomas osteomusculares.
OBJETIVOS: Identificar os principais sintomas osteomusculares que afetam os citotecnologistas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Estudar possíveis associações entre absenteísmo de citotecnologistas por sintomas osteomusculares e variáveis individuais e profissionais. Caracterizar o absenteísmo por doenças dos citopatologistas do INCA, entre 2016 e 2017, no que tange o grupo de doenças do sistema osteomuscular.
MÉTODO: Estudo transversal, baseado na aplicação do Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares. Por meio dos dados do questionário, realizou-se a associação entre as variáveis de exposição e o absenteísmo. Além disso, foram analisados os registros de doenças na Divisão de Saúde do Trabalhador (DISAT) para verificar as principais doenças que resultaram em absenteísmo. As associações foram testadas por meio do Teste de Fisher utilizando o SPSS, versão 20.0, e a significância estatística considerada foi de p<0,05.
RESULTADOS: Do total, 34,4% relataram afastamento do trabalho por sintomas osteomusculares. As principais queixas musculoesqueléticas são na coluna cervical (18%). De acordo com os registros da DISAT, os principais motivos de absenteísmo foram por doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo (25%). Observou-se relação estatisticamente significativa entre o tempo de trabalho, Índice de Massa Corporal (IMC) e o absenteísmo por sintomas osteomusculares.
CONCLUSÃO: As doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo foram os principais motivos de afastamento dos citotecnologistas, existindo associação do absenteísmo com tempo de serviço e IMC elevado.

Palavras-chave: ergonomia; distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho; microscopia.

ABSTRACT

BACKGROUND: Cytotechnologists are laboratory professionals who analyze cytology slides under optical microscopes. Static postures, speed and repetitive movements are associated with occurrence of musculoskeletal complaints.
OBJECTIVE: To establish the main musculoskeletal complaints among cytotechnologists at the National Cancer Institute, Brazil, test associations between absenteeism due to musculoskeletal complaints and individual and occupational variables, and characterize absenteeism related to diseases of the musculoskeletal system in 2016 and 2017.
METHOD: Cross-sectional study in which we administered the Nordic Musculoskeletal Questionnaire and tested associations between exposure variables and absenteeism. We also analyzed morbidity records kept at the Occupational Health Division (OHD) to establish the main disorders related to absenteeism. Associations were investigated by means of Fisher's test using SPSS version 20.0. The significance level was set to p<0.05.
RESULTS: 34.4% of the sample required sick leave due to musculoskeletal complaints. The most affected body site was the neck (18%). As per the OHD records, sickness absenteeism was mainly due to diseases of the musculoskeletal system and connective tissue (25%). We found statistically significant association of absenteeism with length in the job and body mass index.
CONCLUSION: Diseases of the musculoskeletal system and connective tissue were the main reason for missing work days. Absenteeism was associated with length in the job and high body mass index.

Keywords: ergonomics; cumulative trauma disorders; microscopy.

INTRODUÇÃO

Os profissionais de citotecnologia atuam nos laboratórios de citopatologia realizando a leitura de lâminas citológicas, que consiste em um processo físico e cognitivo realizado por meio de microscópio óptico1.

O desenvolvimento do trabalho dos citotecnologistas ao utilizar o microscópio óptico abrange dinâmica corporal que envolve a contração rápida e comedida dos músculos, coordenação de movimentos isolados dos dedos, exatidão de movimentos, concentração e controle visual. A postura inadequada, a velocidade e a repetição dos movimentos são os fatores que levam ao aparecimento de sintomas osteomusculares nesses trabalhadores, afetando principalmente a coluna, nuca, ombros, cotovelos e punhos2,3.

A atividade de análise de lâmina pelo citotecnologista também tem problemas provenientes da qualidade do mobiliário (mesa e cadeira) utilizado ao desempenhar sua tarefa. A postura inadequada e o equipamento deficitário resultam em consequências à saúde do trabalhador e à segurança do laudo técnico do exame citopatológico1.

No presente estudo, baseado na aplicação do Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares para Citotecnologistas, que é uma versão adaptada da tradução portuguesa de Serranheira et al.4 do questionário Nordic Musculoskeletal Questionnaire (NMQ), buscamos identificar o perfil e as principais queixas musculoesqueléticas dos citotecnologistas da Seção Integrada de Tecnologia em Citopatologia (SITEC) da DIPAT do INCA José Alencar Gomes da Silva que realizam a atividade de leitura de lâminas de citologia ginecológica. Por meio dos dados do questionário, foram realizadas associações entre características individuais ou do posto de trabalho e o absenteísmo por sintomas osteomusculares. Além disso, foram verificados os registros de doenças da DISAT do INCA para análise descritiva das principais causas de absenteísmo desses profissionais.

 

MÉTODOS

Trata-se de um estudo transversal que utilizou dados obtidos por questionário e dados secundários provenientes da DISAT.

O questionário NMQ foi desenvolvido por Kuorinka et al.5 com a proposta de padronizar a mensuração de relatos de sintomas osteomusculares. O questionário foi traduzido para diversos idiomas, incluindo a versão portuguesa de Serranheira et al.4 que foi utilizada para elaborar a versão adaptada do Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares para Citotecnologistas utilizado neste estudo. As variáveis de exposição analisadas foram: sexo, idade, tempo de serviço como citotecnologista, possuir mais de um emprego, peso, altura, prática de exercícios físicos, casos lidos por dia, realização de pausa durante a leitura de lâminas, se já esteve em licença por sintomas osteomusculares em algum momento da vida, realização de fisioterapia, desvio de função, microscópio e cadeira ergonômicos e participação de treinamento ergonômico.

O questionário NMQ foi respondido por 32 citotecnologistas da SITEC/DIPAT/INCA durante o período de março a junho de 2017. Pelos dados obtidos com o questionário foram realizadas a análise do perfil e das queixas musculoesqueléticas desses profissionais e a associação entre as variáveis de exposição e o absenteísmo.

Utilizando os dados secundários fornecidos pela DISAT referentes aos profissionais do SITEC/DIPAT/INCA, obtivemos a quantidade de servidores afastados de suas atividades profissionais no período de janeiro de 2016 a dezembro de 2017. Com esses dados, foi possível verificar quais os principais motivos de absenteísmo dos profissionais que trabalham com o rastreio citológico e verificar sua relação com as doenças estudadas neste trabalho.

Os dados quantitativos foram avaliados por meio de estatística descritiva, com a utilização do Programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) - versão 20.0. A associação entre as variáveis de exposição e o absenteísmo foi obtida por meio do teste de Fisher com significância estatística considerada com p<0,05.

Todos os participantes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) concordando em participar do estudo. Tal termo foi devidamente autorizado pelo Parecer Consubstanciado de número 1.134.954, datado de 2 de julho de 2015.

 

RESULTADOS

A SITEC possui 40 citotecnologistas, porém o questionário NMQ foi respondido por 32 participantes. Dois citotecnologistas foram excluídos porque participam desta pesquisa, três profissionais estavam em licença médica durante o período de aplicação de questionário e três não aderiram ao estudo.

Entre os 32 participantes, 12 (37,5%) são do sexo masculino e 20 (62,5%) do sexo feminino. A maioria dos respondentes apresentou idades entre 31 e 40 anos (37,5% dos participantes). Dos participantes da pesquisa, 65,6% têm entre 11 e 30 anos de experiência com leitura de lâmina citológica.

Com relação às características de saúde e condição de trabalho dos citotecnologistas da SITEC, 16 (50%) participantes afirmaram ter outro emprego em laboratórios de citologia e os outros 16 (50%) afirmaram trabalhar apenas na SITEC/DIPAT/INCA, como podemos observar na Tabela 1.

 

 

Onze (34,4%) relataram afastamento do trabalho por sintomas osteomusculares e afirmaram ter feito fisioterapia por causa desses sintomas durante o período em que trabalhavam com citologia. Entre eles, três (9,4%) profissionais precisaram ser desviados de função por algum período devido a tais queixas. No presente estudo, 87,5% dos participantes afirmaram realizar pausas durante a leitura de lâminas citológicas.

Sobre as condições físicas do seu posto de trabalho, a maioria dos profissionais (84,4%) considerou o microscópio utilizado ergonômico. Mais da metade dos participantes (71,9%) afirmou que a cadeira utilizada atende suas necessidades ergonômicas. Entretanto, a maioria dos respondentes da pesquisa (75%) relatou não ter recebido treinamento ergonômico no local de trabalho.

As principais queixas musculoesqueléticas dos profissionais de citologia da SITEC nos últimos 12 meses precedentes ao estudo foram na coluna cervical (18%), coluna lombar (14,4%) e coluna dorsal (10,1%), como mostra a Tabela 2. A maioria dos participantes classificou os sintomas com intensidade moderada.

 

 

Neste estudo foi realizada também a associação entre características sociodemográficas, de saúde e de condições de trabalho e absenteísmo por sintomas osteomusculares nos citotecnologistas da SITEC/DIPAT/INCA (Tabela 3). Observou-se a relação estatisticamente significativa entre o tempo de serviço na área da citopatologia e o absenteísmo por sintomas osteomusculares. Os respondentes que apresentavam mais de 15 anos de trabalho se afastaram mais vezes durante o período da pesquisa.

 

 

Também foi observada relação estatisticamente significativa entre o IMC e o absenteísmo por sintomas osteomusculares. Os participantes que apresentaram IMC até 25 kg/m2 foram incluídos na categoria saudável, já os que apresentaram IMC acima de 25.1 kg/m2 foram inseridos no grupo sobrepeso/obesidade. Neste estudo, todos os participantes que estiveram de licença médica por sintomas osteomusculares estavam no grupo sobrepeso/obesidade.

Por meio do setor DISAT do INCA, foi realizada uma busca no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE) a fim de verificar a quantidade de servidores afastados de suas atividades profissionais no período de janeiro de 2016 a dezembro de 2017, assim como mostra a Figura 1. Nesse período de dois anos, houve 160 afastamentos de 53 servidores da SITEC.

 

 

Os principais motivos de absenteísmo dos profissionais que trabalham na SITEC foram por doenças categorizadas no grupo de doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo (25%), seguido por transtornos mentais e comportamentais (14,4%) da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (conhecida como Classificação Internacional de Doenças - CID 10).

Entre as patologias do grupo de doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo, o CID-10 M65 que corresponde a sinovite e tenossinovite apareceu em 25% dos casos e foi o que mais gerou afastamentos dos servidores.

 

DISCUSSÃO

Com o questionário, foi possível identificar os relatos das principais queixas de sintomas musculoesqueléticos e, assim, facilitar a comparação dos resultados entre diversos estudos. Nesta pesquisa, conseguimos realizar associações entre os fatores de riscos pessoais e os fatores de riscos do posto de trabalho com o número de absenteísmo dos profissionais.

Com base nos dados do questionário verificamos que as principais queixas musculoesqueléticas dos citotecnologistas da SITEC foram na coluna cervical (18%), coluna lombar (14,4%) e coluna dorsal (10,1%).

Outros autores encontraram dados semelhantes ao nosso. Agrawal et al.6, em seu estudo com 250 profissionais de laboratório, publicaram que 21,2% dos participantes relataram sintomas musculoesqueléticos, entre eles, 8% relataram dor no pescoço e 6,8% apresentaram dor na coluna lombar.

Jain e Shetty7, em uma pesquisa com 50 profissionais que usam microscópio regularmente, incluindo patologistas e citotecnologistas, afirmaram que 62% declararam estar sofrendo, no momento da pesquisa, de sintomas musculoesqueléticos e os locais mais comuns de queixa eram pescoço e dorso.

Kalavar e Hunting8 em seu estudo com 78 citotecnologistas, afirmaram que 91% dos participantes relataram algum sintoma na região musculoesquelética e a prevalência de sintomas osteomusculares foi de 62% no pescoço, 56% na mão/pulso e 42% na parte inferior da coluna.

Flavin et al.9, ao entrevistar 62 profissionais de laboratórios (dos setores da citopatologia e da histopatologia) da Irlanda, relataram que entre os entrevistados, 74,1% referiram episódios de problemas musculoesqueléticos envolvendo predominantemente o pescoço, dorso e ombro e 20% citaram lesões por esforço repetitivo.

Gupta et al.10, ao aplicar um questionário para 132 participantes que utilizavam microscópio óptico em seu trabalho, afirmaram em sua avaliação que as áreas do corpo mais afetadas por causa do uso a longo prazo do microscópio eram pescoço e dorso, seguido de olhos, ombros, braços e punhos. Todos esses dados apresentados anteriormente corroboram a nossa pesquisa que demonstra que as regiões anatômicas mais afetadas pela utilização do microscópio são coluna cervical e coluna lombar.

Em nossa amostra houve relação estatisticamente significativa entre o tempo de serviço e o absenteísmo por sintomas osteomusculares. Jain e Shetty7 relataram em sua pesquisa que a prevalência de problemas musculoesqueléticos foi maior nos usuários de microscópio que tinham entre 11 e 15 anos de experiência, enquanto o grupo que tinha mais de 15 anos de experiência relatou menos problemas musculoesqueléticos. Flavin et al.9 constataram em seu estudo que o número de anos trabalhados com o microscópio não tinha um grande impacto sobre o tipo de lesão profissional sofrida: os entrevistados que trabalharam menos do que o número médio de anos (14,5 anos) relataram alta incidência de problemas musculoesqueléticos (32%), assim como aqueles que trabalharam acima do número médio de anos (42%). Fritzsche et al.11, em seu estudo com 163 patologistas, verificaram que não houve diferença estatisticamente significativa entre o tempo de experiência de trabalho com a prevalência de Distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho (DORT).

Em nosso estudo também houve relação estatisticamente significativa entre o IMC e o absenteísmo por sintomas osteomusculares. Collins et al.12 afirmaram em seu estudo que a obesidade e as doenças metabólicas aumentam o risco de lesões musculoesqueléticas, sendo condições que contribuem significativamente para incapacidade e tempo perdido do trabalho. Diferentemente dos nossos resultados, Sadeghian et al.13 e Agrawal et al.6 não encontraram relação estatística significativa entre o IMC e o absenteísmo por sintomas osteomusculares em profissionais de laboratório. Eles justificaram que isso ocorreu pelo fato de a maioria da sua população de estudo estar inserida no grupo normal de IMC, ao contrário do nosso estudo em que menos da metade dos participantes (35%) estavam inseridos no grupo saudável. Acreditamos que a correlação desses dados com doenças prévias e histórico de saúde poderá facilitar na detecção da origem das queixas, que podem não estar relacionadas somente com as atividades desenvolvidas no ambiente laboral.

Com a aplicação do questionário, também foi possível verificar, pela avaliação sobre as condições do posto de trabalho, a necessidade de orientar os profissionais sobre ergonomia e implantar um programa de ginástica laboral, conscientizando-os sobre os riscos aos quais eles estão submetidos e como evitá-los.

Pela análise dos registros da DISAT do INCA verificamos que os principais motivos de absenteísmo dos profissionais que trabalham na SITEC foram por doenças categorizadas no grupo de doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo (25%). A sinovite e tenossinovite apareceram em 25% dos casos e geraram mais afastamentos dos servidores. As sinovites e tenossinovites foram os primeiros sintomas clínicos a serem reconhecidos como DORT no Brasil e durante muito tempo foram associadas ao processo de digitação, sendo posteriormente reconhecidas em outras atividades, as quais também envolviam a repetição de movimentos14.

Esses dados demonstram a importância de investimento em programas de promoção da saúde e prevenção do adoecimento, com destaque para intervenções ergonômicas a fim de minimizar o absenteísmo desses profissionais. Novos estudos na área devem contribuir com propostas de melhorias no ambiente laboral desses profissionais visando a soluções ergonômicas para o local de trabalho dos citotecnologistas e, consequentemente, minimizando o absenteísmo dos profissionais que utilizam o microscópio óptico como principal ferramenta de trabalho.

Este estudo pode apresentar limitações por causa do tamanho amostral, já que em uma amostra maior pode ser que se encontrem diferenças estatisticamente significativas em alguma análise. Como em qualquer pesquisa de desconforto e que utilizam instrumentos de autopreenchimento, pode existir algum viés nas respostas do questionário, uma vez que os participantes talvez não compreendam integralmente o propósito do estudo. Também não foram analisados fatores pessoais dos participantes, como doenças prévias e histórico de saúde. Por se tratar de um estudo transversal, podemos encontrar associações, porém não podemos inferir sobre causalidade.

 

CONCLUSÃO

Em nosso estudo observamos que, no período de março a junho de 2017, 34,4% dos citotecnologistas apresentou queixas de desconfortos musculoesqueléticos, especialmente na região da coluna cervical e lombar. Na amostra estudada, houve associação entre o tempo de serviço e o absenteísmo por sintomas osteomusculares. Encontramos também relação estatística significativa entre a obesidade e o absenteísmo por sintomas osteomusculares nos profissionais estudados. Os registros da DISAT constataram que o grupo de doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo são as principais causas de afastamento do trabalho dos profissionais da SITEC, reforçando a importância de mais pesquisas sobre esse tema.

 

REFERÊNCIAS

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2. Lima MB. Estudo da penosidade do trabalho dos citotecnologistas do INCA: uma contribuição ergonômica [dissertação]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 2002.

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4. Serranheira F, Pereira M, Santos CS, Cabrita M. Auto-referência de sintomas de lesões músculo-esqueléticas ligadas ao trabalho (LMELT) numa grande empresa em Portugal. Saúde Ocupacional. 2003;21(2):37-47.

5. Kuorinka I, Jonsson B, Kilbom A, Vinterberg H, Biering-Sorensen F, Andersson G, et al. Standardised Nordic Questionnaires for the analysis of musculoskeletal symptoms. Appl Ergon. 1987;18(3):233-7.

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8. Kalavar SS, Hunting KL. Musculoskeletal Symptoms Among Cytotechnologists. Lab Med. 1996;27(11):765-9. https://doi.org/10.1093/labmed/27.11.765

9. Flavin RJ, Guerin M, O’Brian DS. Occupational problems with microscopy in the pathology laboratory. Virchows Arch. 2010;457(4):509-11. https://doi.org/10.1007/s00428-010-0965-x

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13. Sadeghian F, Kasaeian A, Noroozi P, Vatani J, Taiebi SH. Psychosocial and Individual Characteristics and Musculoskeletal Complaints Among Clinical Laboratory Workers. Int J Occup Saf Ergon. 2014;20(2):355- 61. https://doi.org/10.1080/10803548.2014.11077049

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Recebido em 22 de Janeiro de 2019.
Aceito em 28 de Agosto de 2019.

Fonte de financiamento: nenhuma


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